Gestão de Pessoas- Carência empresarial


Por Elias Boell Júnior

A grande carência das empresas atualmente está na gestão de pessoas. Funcionários não dispostos a aperfeiçoar o relacionamento interpessoal com todos são uma grave ameaça à empresa. Tecnologias e outros recursos estão aí mas a gestão de pessoas continua sendo um desafio para a humanidade.

Existe ainda o falsário. É aquele funcionário que quando está na presença do seu líder é agradável, cortez e empático com todos mas, indo-se ele se transforma, na ausência do seu superior ele é hostil, soberbo e na maioria das vezes nega bom dia  até mesmo para a própria mãe.

Quando chega um belo dia o líder da empresa está cercado de pessoas que o desprezam ou até mesmo o repudiam e ele nem imagina o porquê disso. E o porquê disso está no mal comportamento dos seus subordinados com as pessoas em geral.

O sucesso de uma empresa começa já no semblante dos funcionários. Funcionários com características antipáticas ou expressão fisionômica hostil devem ser remanejados para os fundos da empresa, onde ninguém os veja, em serviços internos e isso se tais adjetivos não implicarem em desgraça com o relacionamento interpessoal com os colegas de trabalho.

Existe ainda para o administrador outra alternativa, ele pode encaminhar tais funcionários para cursos especializados em Gestão de Pessoas (reeducação). Embora a pessoa deva vir com tal qualificação  de casa, ela pode aprender a ser essencial e isso significa: cumprimentar a todos com expressão facial agradável ou no mínimo receptiva, saber perdoar e ter paciência com todos. E digo, muita paciência!

Tanto o líder como o subordinado não podem ser implacáveis. O resultado para as pessoas implacáveis é sempre muito negativo, é preciso ter em mente o que Jesus nos ensinou: “Ama teu próximo como a ti mesmo”.

Incorpore os ensinamentos de Jesus Cristo nos desígnios da tua mente, do teu coração e dos teus atos  e serás bem sucedido em se falar de Gestão de Pessoas!

Quando o gestor erra em Gestão de Pessoas a situação dele com todo o seu talento e empreendedorismo podem ser ilustradas como alguém que joga pérolas aos porcos. E isso dói, dói no bolso! Lá na frente dói no bolso e como dói!

E tudo o que aqui está serve inclusive para gestores públicos. Serve em especial para os diretores de Recursos Humanos das empresas públicas ou privadas, pois precisam servir de  exemplo.
Lembrando ainda, o orgulho precede todo tipo de desgraça.

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