EGITO TEM TRAMA SORRATEIRA PARA PERSEGUIR CONTRA HOMOSSEXUAIS

11 egípcios condenados a até 12 anos de prisão por homossexualidade

 28/10/2016

11 pessoas foram condenadas a penas de três a 12 anos de prisão, pela justiça egípcia, por serem homossexuais.

Os onze homens foram detidos no dia 20 de setembro de 2015 num apartamento da região de Al-Aguza
(DR)


O tribunal de Al-Aguza (centro do Egito) condenou os réus por «libertinagem e incitação à libertinagem».

A acusação é utilizada recorrentemente contra homossexuais para os submeter a julgamento, já que esta orientação sexual não é formalmente proibida pela legislação egípcia.

Três dos acusados foram condenados a 12 anos de prisão, três deles a nove anos, um deles a seis anos e os outros quatro a três anos.

Os onze foram detidos no dia 20 de setembro de 2015 num apartamento da região de Al-Aguza.

Várias pessoas foram condenadas no Egito nos últimos anos por terem participado em festas frequentadas por gays.

As organizações de defesa dos direitos humanos criticam frequentemente o governo por perseguir e julgar os homossexuais.

 Irã, Arábia Saudita, Iêmen, Mauritânia e Sudão penalizam a homossexualidade com pena de morte, o que ocorre também em algumas regiões do norte da Nigéria e do sul da Somália.


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