EXOTERISMO E SEXUALIDADE

Cada cultura construiu os seus próprios rituais para assumir as diferenças de gênero e das práticas do sexo. Algumas comunidades apresentam costumes que, para você, podem parecer estranhos, mas para eles são perfeitamente justificáveis. A seguir, contaremos sobre alguns desses hábitos que parecem estranhos aos olhos da cultura ocidental.

– Batizado dos órgãos genitais. A população oriunda do Havaí costumava dar nomes ao seu órgão genital. Eles inclusive compunham canções com esses nomes e exaltavam as gerações que dali saíam.
– Iniciação de sexo oral. A tribo Sambia, da Nova Guiné, tem um ritual de iniciação para os jovens homens que consiste no seu isolamento completo das mulheres. Os homens da tribo praticam sexo oral nos guerreiros mais fortes, dos quais bebem o sêmen.

– Os faraós e o Nilo. Os antigos faraós egípcios costumavam praticar um ritual de masturbação de frente para o Rio Nilo, onde ejaculavam. Pensava-se que, em virtude da origem sagrada da realeza, os deuses fertilizariam as águas trazendo prosperidade e abundância para todos.

Grécia e a homossexualidade. Os gregos antigos assumiam a homossexualidade com toda a naturalidade e sem maiores limitações sobre o tema. De fato, a educação consistia em entregar um jovem a um homem mais velho, dotado de sabedoria, que se encarregaria da formação sexual e intelectual do seu discípulo.

Um bom exemplo da homossexualidade da Grécia antiga  é o Filme Alexandre. Alexandre não respeitava nenhum tipo de regra ou norma ou lei. O que ele queria, executava sem perguntar a ninguém.  -

Os antigos gregos não concebiam a ideia de orientação sexual como um identificador social, ou como uma essência do indivíduo da maneira que as sociedades ocidentais vêm fazendo ao longo do último século.

A sociedade grega não distinguia entre desejo e comportamento sexual com base no gênero de seus participantes, mas sim pela extensão com que tais desejos ou comportamentos se conformavam às normas sociais, que eram baseadas por sua vez no gênero, idade e status social.[5] Existe, no entanto, pouco material a respeito de como as mulheres viam a atividade sexual.Alexandre - O GrandeVIDEO NO YOU TUBE SOBRE ALEXANDRE.
 

– Sexo e pesca. Na tribo Mehinako, do Brasil, só se consegue favores sexuais de uma mulher se, previamente, oferecer-lhe uma oferenda: um bom prato de peixe.

– Sexualidade dos pais. Nas Ilhas Marquesas, um arquipélago localizado na Polinésia Francesa, considera-se perfeitamente normal que as crianças presenciem as relações sexuais dos seus pais.ILHAS MARQUEZAS-YOU TUBE

– Sexo cedo. Nas Ilhas Trobriand, Nova Guiné, o começo das relações sexuais se dá entre 6 e 12 anos de idade. Entretanto, são muito rígidos em outros aspectos: um homem e uma mulher estão proibidos de compartilhar a comida se não estiverem casados. Esse lugar apresenta um índice elevadíssimo de violência sexual.

– Repressão extrema. Na Ilha Inis Beag, Irlanda, há fortes restrições em relação às manifestações sexuais. Para os adultos, é proibido tirar as roupas de baixo, inclusive durante as relações sexuais. E mais: a penetração é considerada nociva para a saúde. É assumida como “um mal necessário” para a preservação da espécie.

– Poliandria e controle de natalidade. Em algumas regiões do Himalaia, a poliandria é praticada. Vários irmãos compartilham a mesma mulher, se analisado do ponto de vista masculino. Se analisado do ponto de vista feminino, seria possível dizer que o costume fundamenta-se no fato de que uma mulher pode ter vários homens, sempre e quando estes forem irmãos entre si. Finalmente, a razão de ser desse costume é evitar o aumento da natalidade em terras inóspitas.

– Educação sexual prática. Na ilha de Mangaia, localizada no Pacífico Sul, os homens se iniciam sexualmente aos 13 anos. As encarregadas da sua educação são as mulheres, que lhes ensinam a manter a ereção por mais tempo e a satisfazer adequadamente a sua companheira.
FOTO GOOGLE-KKK

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