MULHER CRIA MENINO COMO MENINA E PERDE A GUARDA




Mãe perde a guarda do filho por tê-lo criado como filha por 7 anos. Ela o vestia com roupas consideradas femininas, deixou o cabelo dele crescer e o cadastrou no sistema de saúde pública como menina 


Uma mãe perdeu na Justiça a guarda do filho de 7 anos por um motivo um tanto quanto incomum. Desde que o garoto nasceu, a mulher o cria como se fosse uma menina.

Além do nome, que não foi revelado, ela o vestia com roupas consideradas femininas, deixou o cabelo dele crescer e, inclusive, o cadastrou no sistema de saúde pública de Londres, Inglaterra, como sendo do sexo feminino.

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“Não há dúvidas de que a mãe tinha absoluta certeza que o garoto era uma menina.

 O pai e a atual mulher ficaram chocados quando viram o menino como garoto, não só no jeito de se vestir como nas atitudes”, disse o juiz do caso, Justice Hayden, segundo o The Mirror.

Após o julgamento, o garoto foi morar com o pai. 

A figura paterna, por sua vez, disse que vai respeitar o menino, caso ele se aceite como do sexo feminino.

 “Estou muito satisfeito de saber que o pai não vai fazer pressão no garoto para que ele vá atrás de interesses considerados masculinos”, finalizou o juiz


Mãe perde guarda após criar filho como uma menina
Redação/RedeTV! 

Uma mãe na Inglaterra perdeu a guarda do filho de sete anos após o criar como uma menina. 

Segundo o juiz Anthony Hayden, responsável pelo caso, a mãe vestia a criança com "roupas de menina" e chegou até mesmo a registrá-lo com um nome socialmente atribuído ao gênero feminino, o que teria causado "danos emocionais significativos" no menino.

"A mãe do menino me disse que ele estava 'vivendo escondido', pelo que ela me explicou, ele estava vivendo toda a vida como uma menina. Ele era vestido em todos os momentos como uma garota e registrado como uma menina.

Eu não tive dúvidas de que a mãe estava completamente convencida de que o menino se identificava como uma menina", comentou o juiz, afirmando ainda que a mãe da criança comentou que o menino sentia "desprezo pelo próprio pênis".

Segundo a sentença, a criança passou a morar com o pai, separado há alguns anos da mãe do jovem. "Segundo relatos, o menino começou a demonstrar interesse em Power Ranger, Bob Esponja e super-heróis e está constantemente encontrando novos interesses.

É surpreendente que a maioria dos interesses dele sejam de orientação masculina", concluiu o juiz inglês

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