Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 51 anos, era casado com Isabel Cristina Pires da Silveira, 51 anos, mas também vivia com a ex-mulher Bruna Cristina Oliveira da Silva, 25 anos.-SERIAL KILERS TRIO

  Polícia pernambucana prende trio serial kiler, mataram oito mulheres para fazerem salgadinhos com carne humana. O caso é de Guaranhuns em Pernambuco.





O ser humano sempre revela facetas estranhas. 

Em muitas oportunidades faz um uso inesperado da imaginação. 

Vez ou outra transforma seus sonhos ou pesadelos na mais crua realidade. E essa realidade pode afetar ou apavorar os outros.

Conta a imprensa que a policia de Guaranhuns (PE) prendeu três pessoas suspeitas de terem matado talvez um total de oito mulheres em rituais de purificação de uma seita misteriosa.

Segundo a policia, após obterem mandados judiciais, os agentes policiais foram à casa dos três (um casal na faixa de 50 anos e uma jovem de 23) e encontraram mesmo enterrados os restos de dois corpos de mulheres.

ALEXANDRA, VÍTIMA DOS CANIBAIS
A policia informou que o casal participaria com a jovem de um triangulo amoroso. A tal seita (talvez só eles mesmo) exigiria que eles matassem ao menos três mulheres impuras por ano.
Pelas investigações policiais, uma nona mulher teria escapado da morte porque não foi a uma entrevista de emprego na casa dos suspeitos.


O grupo escolhia uma vitima que, segundo eles, era uma mulher do mal, atraia para uma entrevista de emprego e a matava a facadas. Em seguida bebiam o seu sangue, esquartejavam o cadáver e comiam partes do corpo por quatro dias, numa espécie de ritual de purificação!

Os policiais disseram à imprensa que com o trio havia uma criança de cinco anos, talvez filha de uma das mulheres assassinadas. A menina também teria comido carne humana, da própria mãe.


GISELLY, OUTRA VÍTIMA
Os cruéis assassinos matavam a facadas, esquartejavam a vitimas e faziam coxinhas e empadas que, depois, eram vendidas pelas ruas da Cidade e no comércio.
Conforme a imprensa, a policia está tentando localizar alguns consumidores, para obter mais informações, mas até agora o silêncio é total.

Penso que a esta altura dos acontecimentos, os consumidores dos tais quitutes devem estar procurando as igrejas e curandeiros para fazerem confissões e buscarem aconselhamentos. Imaginem a situação de quem provou e gostou dos quitutes, e aproveitou para saborear com umas cervejas geladinhas, e depois ainda pediu mais!...


Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 51 anos, era casado com Isabel Cristina Pires da Silveira, 51 anos, mas também vivia com a ex-mulher Bruna Cristina Oliveira da Silva, 25 anos. Conforme o comissário de polícia, João Bosco Andrade, os suspeitos eram membros de um grupo chamado Cartel, se dizem anticapitalistas e procuravam mulheres para diminuir a quantidade de pessoas no mundo. (Uau!)

O contato com as vítimas era feito por meio de uma oferta de emprego. A Polícia Civil chegou até os assassinos depois do desaparecimento de Giselly Helena da Silva, conhecida como Geisi dos Panfletos. Ela teria recebido uma proposta para ser babá de uma menina que o trio alegava ser sua filha. Quando chegou à casa dos assassinos, foi executada por Jorge, que é faixa preta em karatê.

A imprensa relata que a polícia descobriu que o cartão de crédito de Geisa foi utilizado pelo menos quatro vezes após o seu desaparecimento. Com ajuda de uma câmera de segurança de um dos estabelecimentos onde as compras foram feitas, começou a procura pelos suspeitos.

Isabel, que vendia os salgados, confessou os crimes. Ela mostrou à polícia onde estavam enterradas as ossadas de duas pessoas, e também explicou que era Jorge quem esquartejava as vítimas. "Eles comiam as vísceras das vítimas, como o fígado e o coração, que era para purificar a alma", revelou o comissário Andrade. "E quando faltava ingrediente para as empadas, eles usavam os restos da carne das vítimas". Por vítima, eles chegavam a tirar de oito a 10 kg de carne.



HAMBÚRGUERES DE SANTOS, SP

Pesquisas de arquivo mostram que em Santos, litoral de SP, na década de 80, a policia também prendeu uma mulher que fez hambúrgueres com mistura de carne bovina e humana. Não era uma serial-killer, ela havia matado uma pessoa e não sabia como se livrar do corpo.

Como tinha um carrinho de ambulante para venda de hambúrgueres teve a idéia de misturar porções de carne moída humana e bovina para fazer desaparecer o cadáver da vítima. Não consta que alguém tenha percebido a mistura; nos anos 80 os carrinhos de hambúrgueres da orla de Santos eram famosos pelos quitutes e tinham centenas de clientes. 

Mais tarde os carrinhos foram substituídos por quiosques implantados nos jardins da orla.


Os Canibais de Garanhuns.




Os canibais de Garanhuns.
Em 2012 em Garanhuns – PE, aconteceu um dos maiores, e mais chocantes, casos de canibalismo no Brasil. Os suspeitos de canibalismo, um homem e duas mulheres confirmaram a polícia que consumiam e até mesmo que chegaram a vender salgados com carne de suas vítimas de recheio.
Os acusados eram: Jorge Negromonte da Silveira e sua esposa, Isabel Cristina Torreão Pires da Silveira, ambos de 51 anos e a terceira acusada era Bruna Cristina de Oliveira da Silva, que dizia ser amante de Jorge. No dia da apreensão do trio, foi encontrada também uma criança de 5 anos, que era filha de uma de suas vítimas.
Acredita-se que o trio matou, esquartejou e chegaram a consumir a carne de 8 vítimas, todas elas mulheres. A ação do trio foi 
descoberta depois de Jorge e Bruna foram avistados em diferentes lojas utilizando o cartão de crédito de uma de suas vítimas que, na época, estava desaparecida.
O delegado de polícia responsável pela investigação confirma que o trio fazia parte de algum tipo de seita e o ato de consumir a carne de suas vítimas fazia parte de um ritual. 
As vítimas eram esquartejadas com faca, em seguida eles bebiam o sangue e se alimentavam da carne da vítima por quatro dias.
Em um e seus depoimentos, Isabel chegou a confessar que eles comeram mais de 10kg de carne humana em três e cinco dias. Ela chegou a revelar também que a carne não durava muito porque Bruna, a terceira suspeita, e a criança eram as pessoas que mais comiam carne.

 Disse também que a menina, que na época estava com 5 anos, não fazia ideia do que estava comendo e acreditava que era carne “comum”. 

Além disso, ela revelou também que algumas partes dos órgãos internos também foram consumidos: 
“Eu comi o fígado e alguns pedaços do corpo, mas não comi o coração”.

Isabel e Bruna.
Isabel também vendia a carne das vítimas em salgados, como coxinha e empadinha. As partes do corpo que ela utilizava para fazer os salgados eram as nádegas, coxas e braços das vítimas. Os salgados eram vendidos para moradores da cidade sem que eles soubessem que estavam consumindo carne humana.

Na casa, foi encontrado um diário escrito por Jorge onde ele contava detalhes de sua vida e de seus crimes.

 Lá, foi confirmado a participação do trio em uma seita chamada de Cartel e que ela era baseada na purificação da alma e, como outras tribos canibais, nada era mais purificador do que a carne do inimigo. 

Ele escreveu, e confessou em um programa de televisão, que dois seres o ajudavam nas missões. 

Esses seres, eram um querubim e um arcanjo, que ele dizia que eram crianças, um branco e um negro e que estavam desde cedo em sua vida e era ele quem passavam todas as informações das vítimas e como deviam sequestra-las.

Bruna e Jorge.
Em uma entrevista à um jornal de Pernambuco, Jorge recusou chamar as missões de assassinatos. Disse que “nenhuma folha cai sem a permissão do grande Deus. Todas essas pessoas estão purificadas”.
De acordo com ele, era Isabel quem atraía as vítimas. “Ela começava a mostrar filmes bons. No momento, a pessoa ia melhorando. Depois que conversava, a gente via que a hora estava certa pela quantidade de palavras boas e palavras ruins que ela falava”. 

Ele diz que não se lembra o que utilizava para esquarteja-las, mas afirmou que não as torturava. “Ela (a vítimas), antes (de ser morta), chorava e falava alguma coisa, e eu dizia: ‘seus pecados estão perdoados’”. 

As vítimas também teriam sido vistas perto da casa dos investigadores antes de desaparecerem.


Os investigadores descobriram também que a terceira acusada, Bruna, utilizava uma identidade falsa. O documento, que estava no nome de Jéssica Camila da Silva Pereira, 17 anos, pertencia a primeira vítima dos criminosos, morta em 2008. 

Eles acreditam também, que a menina encontrada com os criminosos, era filha da vítima, que teria sumido no mesmo dia em que sua mãe.

José e a filha de Jéssica.
  • JULGAMENTO E CONDENAÇÃO
Para que o trio fosse a julgamento, foi necessário realizar uma avaliação psiquiátrica de todos os acusados. De acordo com o HCTP (Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico), localizado na região do Recife, o laudo apontou que o trio não sofre de nenhum problema mental. Jorge em seu diário dizia que as pessoas que trabalhavam com ele falavam que ele tinha esquizofrenia e com o laudo dando negativo, ele não poderá contestar isso.
O julgamento final foi realizado no dia 13 de novembro de 2014 e os acusados trocaram acusações entre si durante o julgamento. Os três revelaram suas versões sobre a morte de Jéssica, a possível seita e o relacionamento entre o trio.
Jorge foi o primeiro a ser ouvido e foi o único que confessou o crime. Isabel foi a segunda, e por último, Bruna. Ambas admitiram terem ajudado na ocultação do cadáver e de terem comido partes das vítimas. Além deles, outras duas testemunhas foram ouvidas. Jorge comentou também sobre a venda dos salgados. Ele garantiu que Isabel nunca colocou parte das carnes humanas no salgado e que ela disse aquilo apenas por medo de tortura. Ele disse também que ‘estava arrependido e disposto a pagar pelos crimes’.

O trio em julgamento (14 de nov).
Em seu depoimento, Bruna, disse que “[o filme] Jogos Mortais perdia” ao descrever o assassinato de Jéssica. “Eu cheguei a comer a carne [da vítima] porque fazia parte do ritual”, completou.
No dia 14 de novembro de 2014, o trio foi condenado por homicídio quadruplamente qualificado, vilipêndio (violação) e ocultação de cadáver (o de Jéssica).
Jorge, pegou 21 anos e seis meses de reclusão e um ano e seis meses de detenção, um total de 23 anos, além de 320 dias-multa. Isabel e Bruna pegaram 19 anos de reclusão e um ano de detenção, totalizando 20 anos cada e 120 dias-multa.

Uma das folhas do diário de Jorge.

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