MÉDICO ACUSADO DE INJÚRIA RACIAL


Atendente de supermercado acusa médico do trabalho de injúria racial
 
O diretor sindical Marcelo Black (à esquerda), Amanda e o coordenador jurídico Carlos Henrique de Carvalho. Foto: Rafael Rodrigues/ Comerciários
 A atendente Amanda Gregório, de 30 anos, diz ter sofrido injúria racial de um médico do supermercado onde trabalha. 

Durante uma consulta, no dia 31 de outubro, na qual a atendente levava um atestado — que a deixou afastada por quatro dias —, os dois teriam discutido e o médico teria chamado Amanda de "neguinha" e a mandando estudar. 

Segundo a funcionária, ao entrar no consultório do médico ele teria dito que a encaminharia novamente ao INSS. Amanda ficou afastada por quase sete meses, após ser diagnosticada com depressão.

— O médico me disse que eu seria afastada pelo mesmo motivo de antes (depressão), mas meu atestado era por um quadro de estresse. Respondi que ele deveria me mostrar o porquê de me afastar. Ele ficou bravo e disse que se eu não sabia a lei, que eu fosse estudar. Depois ele me chamou de "neguinha" — diz.

A funcionária conta que no momento ficou muito nervosa e chegou a desmaiar. Amanda prestou queixa de injúria racial na 27ª DP (Vicente de Carvalho), no mesmo dia em que o crime teria acontecido. A atendente procurou o Sindicato dos Comerciários para receber auxílio jurídico. 

Sobre o período em que ficou afastada do exercício de sua profissão, Amanda afirma teve depressão após sofrer outras situações de injúria racial e ser transferida para a unidade do supermercado em Botafogo:

— Uma situação semelhante a esta já havia ocorrido comigo, mas preferi não denunciar. Precisava continuar trabalhando na unidade de Irajá, porque queria ficar perto do meu filho, de 2 anos. Quando fui transferida para Botafogo, comecei a ficar com depressão, pois só me trocaram de unidade por perseguição.

A rede de supermercados informou que "está apurando o ocorrido com as partes envolvidas para tomar as medidas necessárias" e se colocou a disposição do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro para colaborar com o caso. 

A Polícia Civil informou que a ocorrência foi encaminhada para a 44ª DP (Inhaúma), onde ocorre a investigação. 


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