Pescador fica milionário após encontrar ‘vômito’ de baleia no oceano

  O marinheiro de 38 anos de idade, Jalid al Sinanim, natural de  Omã, país árabe tornou-se milionário depois de ter descoberto, há poucos dias, secreção biliar de baleia enquanto pescava.


19/11/2016       O homem que desde os 18 anos tornou-se pescador na vila de Qurayat, enquanto navegava o seu barco de seis metros de comprimento deparava-se várias vezes com dificuldades e sacrifícios mas nunca com tesouros inesperados. Mas para sua sorte este quadro mudou há uma semana.

“Estava a terminar a pesca, quando senti um odor muito desagradável vindo de longe. Aproximei-me e lá estava, esparramado na água”, contou Jalid ao jornal espanhol “El Mundo”.

O “tesouro” descoberto foi uma porção generosa de secreção biliar de cachalote, de exatamente 75 quilos de vômito. O marinheiro encontrou a substância ainda fresca, com cor branca, textura pegajosa e mau odor.

Apercebendo-se do que havia encontrado, pegou em cordas e recolheu a secreção para uma caixa de plástico. Depois de chegar ao local do desembarque questionou os outros pescadores quanto à descoberta e levou-a para casa, onde a massa esbranquiçada se começou a transformar.

“Com o passar dos dias, o cheiro mudou e passou a ser agradável, libertando uma fragrância doce e marinha, que disparou o preço”, disse Jalid.

Numa foto partilhada pela imprensa espanhola, a substância aparece partida em vários pedaços sólidos espalhados pelo chão, junto a um ventilador.

“Estou a deixá-la secar. Cortei-a em pequenas peças. Há alguns fragmentos que já estão secos mas a maioria precisa de tempo”, o meu objetivo é vender a substância ao melhor preço possível”, admitiu o marinheiro.

“Se é de boa qualidade, o quilo compra-se a 15 mil riais omanenses (35 mil euros).”

Até à data, a maior peça de “âmbar gris”, nome científico para a secreção biliar da baleia, foi encontrada em 1912 e pesava 454 quilos. Segundo o biólogo norte-americano Christopher Kem, autor do estudo 

“Ouro flutuante”, a possibilidade de encontrar esta substancia é remota, visto que a sua formação requer anos e apenas 1% das baleias a produzem.

Depois de ser expelida, a bílis pode tardar outros tantos anos a chegar a terra.
Os principais casos registaram-se no oceano Atlântico – nas Bahamas -, na Nova Zelândia e nas Maldivas.

Casal encontra vômito de baleia avaliado em aproximadamente 250 mil reais enquanto caminhava em praia


Em 13 de abril 2016  um casal  encontrou um pedaço de vômito de baleira na praia  e vale o equivalente a R$ 250 mil.
Gary e Angela Williams, de Overton, Lancashire (Inglaterra), passeavam pela praia Middleton Sands perto de Morecambe Bay quando sentiram um forte cheiro de peixe podre.

Depois de seguir o mau cheiro, eles avistaram uma espécie de pedra com aparência bizarra que era um vômito de baleia.
O casal já havia lido em um jornal sobre a substância altamente valorizada, e por isso envolveram a protuberância em um lenço e levaram-na para casa.

Gary, de 48 anos, pesou o item que atingiu 1,57 kg. Fazendo a comparação com outra peça de vômito de baleia encontrada em 2013, que pesava pouco mais que o dobro desta, ele chegou a conclusão que a atual valha cerca de 50 mil reais, já que a outra valia 120 mil reais.
Casal que encontrou um pedaço de vômito de baleira na praia está comemorando o fato do item bizarro poder valer o equivalente a R$ 250 mil. Foto: SWINS

Gary e Angela, uma enfermeira de 49 anos, estão agora em negociações com potenciais compradores
Apelidado de “ouro flutuante” devido ao seu valor pago por fabricantes de perfumes, a substância leva anos para se formar. No mundo da perfumaria ela é chamada de âmbar cinzento
O item estranho pode flutuar no oceano durante anos antes de chegar à terra.


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